O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na sessão extraordinária desta quarta-feira (1º de julho), o calendário eleitoral das eleições gerais de 2010, quando serão eleitos o novo presidente da República, governadores, senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais.
Partidos, políticos, assessores, consultores, profissionais de marketing, agências de publicidade e todos aqueles que atuam direta ou indiretamente no processo político-eleitoral devem tomar conhecimento deste documento. O desconhecimento de seu conteúdo ou parte dele pode ser determinante no insucesso de uma campanha.
O primeiro turno será no dia 3 de outubro. Caso nenhum candidato a presidente da República ou a governador obtenha a maioria absoluta dos votos válidos nesta data, haverá segundo turno no dia 31 do mesmo mês.
A primeira data que deve ser observada pelos partidos e candidatos é 3 de outubro deste ano, quando faltará um ano para a eleição. Até esta data, todos os partidos políticos que pretendam participar das eleições devem ter obtido o registro de seus estatutos no TSE. Também até esta data, os candidatos devem ter domicílio eleitoral na circunscrição na qual pretendem concorrer e estar com a filiação deferida no partido pelo qual vão disputar uma vaga, desde que o estatuto partidário não estabeleça prazo superior.
A partir de 1º de janeiro de 2010, as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos ficam obrigadas a registrá-las na Justiça Eleitoral.
As convenções para a escolha dos candidatos serão realizadas de 10 a 30 de junho. Os partidos devem apresentar o registro de seus candidatos até o dia 5 de julho de 2010.
Propaganda
A propaganda eleitoral será permitida a partir de 6 de julho de 2010. No primeiro turno da eleição, poderá haver a distribuição de material de propaganda política até o dia 2 de outubro, assim como a realização de carreatas e passeatas. A propaganda paga na imprensa escrita só poderá ser divulgada até 1º de outubro. Já debates e propaganda em páginas institucionais na internet poderão ocorrer até 30 de setembro.
Em 17 de agosto, a 47 dias da eleição, começa a veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que termina em 30 de setembro, três dias antes do primeiro turno da eleição.
Segundo turno
Onde houver segundo turno, os candidatos poderão fazer propaganda eleitoral a partir de 5 de outubro. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem de começar até 15 dias antes do segundo turno da eleição, ou seja, até 16 de outubro. A propaganda eleitoral gratuita será exibida até 29 de outubro, dois dias antes do segundo turno.
Eleitores
Os eleitores também precisam ficar atentos ao calendário. Quem ainda não possui título de eleitor tem até 5 de maio do próximo ano para requerer a inscrição eleitoral. Esse também é o último dia para solicitar transferência de domicílio e para o eleitor com necessidades especiais pedir sua transferência para seção especial eleitoral. Quem perder o título pode requer a segunda via do documento até 23 de setembro de 2010.
Regras de Etiqueta para uso de Dispositivos Móveis
Os questionamentos que fazíamos em relação a etiqueta para uso de telefones celulares se amplia agora com o aumento de equipamentos e tecnologias móveis.
Quem já se sentia incomodado com o uso de celulares no elevador, cinema, teatro, palestras e tantos outros espaços públicos em que a boa educação espera algum recato social, deve se preparar. Hoje a falta de respeito coletivo se multiplica em paralelo ao crescente uso de smartphones, note/netbooks e tantas outras opções de dispositivos móveis de comunicação.
Esta discussão foi corroborada pela pesquisa "Etiqueta Móvel" realizada pela Harris Interactive e patrocinada pela Intel Corporation nos Estados Unidos:
De acordo com a pesquisa, mais de 80 por cento dos adultos já testemunhou alguém fazendo algo estranho durante uma chamada ou um acesso à Internet por meio de um dispositivo móvel. Isso não é nenhuma surpresa, já que cada vez mais adultos utilizam netbooks, notebooks e telefones portáteis menores e mais leves. As principais respostas para a etiqueta móvel estranha variaram entre deixar um caixa esperando até a conclusão de uma conversa no telefone e digitar texto enquanto dirige o carro. Outras respostas incluem o uso de notebook em um banheiro público e escutar digitação e conversas em uma igreja, funeral ou consultório médico.
Já vivenciamos esta realidade no Brasil em vários segmentos sociais e profissionais. Sem dúvida devemos compreender que as transformações tecnológicas mudam hábitos, costumes e comportamento, mas não podemos perder de vista que a boa convivência social passa pela preservação do respeito coletivo. Simplesmente compreender a diferença entre público e privado.
Saiba mais sobre a pesquisa, seus resultados e metodologia no endereço abaixo:
A mulher brasileira busca sua autonomia com o objetivo de se sentir mais segura e aumentar sua auto-estima. Isto traduz a atual expressão da feminilidade brasileira, que apresenta cada vez mais afetividade e sensualidade de forma mais livre e responsável. Diferente do comportamento apresentado há cinco anos, as mulheres consumidoras de hoje não estão mais tão voltadas para a família como prioridade principal.
Mais receptiva ao divórcio e propensa a constituir famílias menores, os drivers mais relevantes para estas mulheres são qualidade de vida, prazer, espiritualidade, valorização do social e da própria identidade. Estas são características percebidas na pesquisa Movimentos Femininos 2009 feita pelo IBOPE em parceria com o Grupo Abril com 1.750 mulheres entre 18 e 49 anos, das classes AA, AB e C de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Recife.
Além de um novo perfil, o estudo confirma ainda que a mulher brasileira está mais presente no mercado e que, cada vez mais, o sexo feminino ocupa cargos de importância em grandes empresas. O estudo Movimentos Femininos 2009 traça um panorama do comportamento, sentimentos e perfil profissional das mulheres brasileiras das classes AA, AB e C.
Família X trabalho A renda delas varia entre dois salários mínimos e R$ 10 mil. Este é o abismo que separa as mulheres de classe AA das de classe C, de acordo com a pesquisa. Apesar da diferença financeira, as mulheres brasileiras já são maioria nas salas de graduação e pós-graduação e faz crescer a participação em cargos de gerencia e diretoria. “Tudo isso favorece a melhoria da auto-estima e segurança. Elas estão se tornando menos conservadoras e preconceituosas e cada vez mais voltadas para qualidade de vida e prazer imediato”, diz Nelson Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.
Se a preocupação da mulher no que diz respeito à família está mais voltada para o presente, nota-se que a busca pela independência não está diretamente ligada ao trabalho. Em 2005, a pesquisa mostrou que 56% das mulheres da classe AB viam no trabalho a sua ferramenta para alcançar a independência. Em 2008 este número foi reduzido para 46%. “Se ela sai mais para o mundo, precisa de condições para se expor e se sentir confortável, com a auto-estima elevada. Uma mulher insegura sofre muito quando não consegue atender ao que se espera dela”, explica o psiquiatra Luiz Cuschnir, especialista em comportamento feminino e autor do livro A Mulher e Seus Segredos, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Comparando os resultados de outros anos com os de 2008, percebe-se que a mulher de classe C não está mais focada principalmente na família, como em 2003. Mais madura, esta consumidora passa a olhar mais para ela mesma e surge uma oportunidade ainda maior para marcas de cosméticos e produtos de beleza. Diferente da mulher AA, que está muito mais focada no trabalho. “Ser independente facilita o acesso a cultura nas mais variadas dimensões e assim ficam mais claras suas opções e o que elas querem para si mesmas”, conta Cuschnir.
Casamento sim, filhos não O estudo feito em 2005 mostrou que 18% das mulheres da classe AB definiam sua qualidade de vida como excelente. Em 2008 este percentual aumentou para 33% e os motivos para o expressivo resultado são muitos. Estabilidade financeira ficou em primeiro lugar como o principal motivo da excelência em qualidade de vida, com 91%. Trabalhar no que gosta ficou em segundo, com 86%, e Bom emprego com 68%, apenas citando os três primeiros.
A pesquisa do IBOPE e do Grupo Abril revela uma mudança no comportamento das mulheres no que diz respeito aos filhos. Na classe AA, 54% das mulheres pretendem ter filhos, enquanto 65% do público feminino que compõe a classe C pretendem engravidar. Quanto às principais carências das mulheres, na classe AA uma boa vida sexual é o principal. Já na classe C, a preocupação é em ter um bom emprego. “A família continua muito importante do ponto de vista afetivo, mas se percebe que elas estão compromissadas com a sociedade e não só com a família”, observa o especialista.
Perguntadas sobre o que desejam para os próximos 10 anos, o casamento ainda é o projeto mais cobiçado pelas mulheres. “Casar e morar com o marido aumentou em 23% de 2003 para 2008. Em 2008, 78% queriam casar, contra 55% em 2003”, aponta Marangoni. Apesar de mostrar que querem casar, as mulheres estão em busca de qualidades em seu parceiro atual. Na classe C, as mulheres vêem apenas seis qualidades em seus parceiros. Para as mulheres de classe AB são oito e as da classe AA destacam 14 qualidades.
Porém, o parceiro ideal para estas consumidoras precisa ter mais. Na classe C, 83% das mulheres disseram que são necessárias 11 qualidades, parecido com as de classe AB, já que 62% delas buscam um marido que tenha 13 qualidades. Exigentes por natureza, na classe AA os homens terão que penar para colocar uma aliança no dedo esquerdo das mulheres. Cinquenta por cento delas pedem 21 qualidades ao seu pretendente. “Estamos vivenciando uma maior flexibilidade nos relacionamentos. Teremos cada vez mais mulheres casadas e sem filhos ou mulheres solteiras com filhos”, acredita Marangoni.
Instituições de Ensino Superior em contexto de crise.
A crise econômica mundial atinge a economia brasileira. Até aqui nenhuma novidade. O que se discute é o tamanho do estrago que ela está causando. Da mesma forma que empresas de variados setores não sabem a melhor forma de agir no sentido de minimizar seus efeitos, os dirigentes das IES particulares também não sabem avaliar seus impactos.
Segundo ensaio disponibilizado no site da Techne Engenharia os mantenedores das IES devem investir em ferramentas de gestão e se preparar para sair na frente quando o mercado se acalmar. Devemos levar em consideração que se trata de uma empresa que presta serviços para IES e seria muito prejudicada caso a reação destas fosse cortar gastos de forma generalizada.
Na ultima edição da Revista Ensino Superior (127) no artigo Ponte para Tempos Melhores, o autor segue por raciocício parecido ao defender que as instituições devem aproveitar o momento para solucionar problemas que afetam o cotidiano de seus alunos. Desta forma poderão agir no sentido da satisfação de seus clientes, minimizando os efeitos da diminuição de demanda. Este artigo ainda apresenta um Passo a Passo para Enfrentar a Crise com 8 ações que os gestores das IES devem realizar.
Pesquisa IBOPE Nielsen revela que, em março de 2009, o número de usuários ativos da internet residencial brasileira chegou a 25,5 milhões, o que representa um crescimento de 2,6% sobre o mês de fevereiro de 2009 e de 12% sobre março de 2008. Pessoas que moram em residências em que há computador com internet somaram 38,2 milhões.
Segundo Release do Instituto o crescimento do uso da banda larga contribuiu para a elevação do tempo online do internauta residencial para a marca inédita de 26 horas e 15 minutos.
Estes dados impressionam pois, em comparação com vários outros países, temos um serviço de internet muito ruim disponível a população a um custo muito alto.
Pesquisa IBOPE Nielsen revela que, em março de 2009, o número de usuários ativos da internet residencial brasileira chegou a 25,5 milhões, o que representa um crescimento de 2,6% sobre o mês de fevereiro de 2009 e de 12% sobre março de 2008. Pessoas que moram em residências em que há computador com internet somaram 38,2 milhões.
Segundo Release do Instituto o crescimento do uso da banda larga contribuiu para a elevação do tempo online do internauta residencial para a marca inédita de 26 horas e 15 minutos.
Estes dados impressionam pois, em comparação com vários outros países, temos um serviço de internet muito ruim disponível a população a um custo muito alto.
Belo-horizontino é o que mais gasta tempo no shopping
Graziela Reis (Estado de Minas)
A praia dos moradores de Belo Horizonte ainda é o shopping center. Mas, nos últimos três anos, os consumidores que frequentam esses templos do consumo moderno mudaram um pouco seus hábitos. Eles ainda passam mais tempo dentro dos grandes centros comerciais do que aqueles que vivem em outras capitais brasileiras. O recorde de 86 minutos a cada visita ainda é dos clientes da capital mineira. Porém, esse tempo é menor do que o registrado em 2006, quando a média de permanência chegava a 94 minutos. A redução foi de 8,5%. No entanto, os gastos foram na contramão e cresceram 16,6%. Passaram dos R$ 138 para R$ 161 nesses três anos. E se a ideia for aproveitar o espaço do shopping para um lanche, almoço ou jantar, o aumento do desembolso foi ainda maior. Chegou a 47%. Em 2006, a média gasta na praça de alimentação em BH era de apenas R$ 17. Hoje fica em R$ 25, de acordo com a pesquisa Perfil do Consumidor, feita pelo IPDM para a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).
A forte alta nos gastos com refeições, inclusive, transformou as praças de alimentações em âncoras importantes. Tanto que os investimentos nessa área são percebidos nitidamente, nos empreendimentos da capital mineira. Só o BH Shopping fez um aporte de R$ 16 milhões no segmento. O superintendente do BH, Durleno Rezende, que também é coordenador estadual da Abrasce, explica que para o mineiro o shopping é um lugar de lazer e entretenimento. E a praça de alimentação também atende esses requisitos. Para se ter uma ideia, ao fim da expansão, que está para ser concluída, o shopping vai contar com 41 lojas voltadas para alimentação. O aumento foi de 86,3% no espaço voltado para esse segmento. No Diamond Mall, a praça de alimentação também é prioridade, segundo o superintendente, Paulo Bittencourt. No último ano, o faturamento das unidades daquele espaço cresceu cerca de 25%. No Pátio Savassi, a superintendente Maria Lúcia Renault confirma que o cenário não é diferente. “As pessoas têm ficado mais tempo no shopping não só para fazer compras e buscar lazer. Também vêm para se alimentar”, observa.
“As praças de alimentação se transformaram em âncoras porque atraem os consumidores”, conta a superintendente do Shopping Cidade, Luciane Starling. “Quanto mais tempo as pessoas ficam nos shoppings, maior é o gasto, inclusive com alimentação”, reforça a gerente de Marketing do Minas Shopping, Lucy Jardim. Já para a gerente de Marketing do Del Rey, Germana Hardman, a magia do shopping de reunir em um só lugar várias atividades o transforma em um local de conveniência que fortalece a praça de alimentação, “muito atrativa para o público”.